
O que houve de bom, o que houve de ruim em seu curso, passou. é passageiro. seja adrenalina, peito, pulso, raça, louvor e massacre, seja tesão ou tristeza com sabor infinito, mas passa. e tudo que vai embora um dia deixa mais cedo ou mais tarde uma sensação de conformismo. como uma cantiga de ninar qe não faz sentido algum, mas alivia, ah como alivia. as coisas boas qe passam deixam nostalgia. as ruins parecem levar anos e são inesquecíveis. tentamos rir das tragédias, enxergar sentido no que houve. tentamos amenizar desesperadamente os danos. fingimos esquecer, e por fim, nos frustramos em silêncio. nos esquecemos de aprender. o passado está lá intacto em sua posição fetal pra nos trazer o ensinamento de que podemos moldar o daqui pra frente. somos reféns do eterno porqe esquecemos que também existe o passageiro. o tempo é passageiro, as vidas terrenas são passageiras. somos uma mistura mal feita entre o pra sempre e o infinito. somos aprendizes cegos acostumados com apenas um lado da história. e viva o caos, pois até ele passa. tudo é passageiro, pois nossas almas estão em movimento. passar não quer dizer que acabou, e sim que começou tudo de novo.
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