terça-feira, 24 de agosto de 2010

O Palco.

O dia lá fora esta impecável, bem impecável pra pnultima semana de agosto. Eu estou acostumando, frio; calor; frio; calor denovo. Estou acostumando também a me decepcionar todo-santo-dia, cada dia vai caindo um pedaço de mim, até que não vai sobrar nada, e eu vou embora.
 Magoo-me, porque: Tá mudando, tá diferente, como agente anda na rua, e até, como você me trata, fazendo com que eu me sinta menos importante do que qualquer novos amigos - você pode ser um gato, um papagaio, ou até, você, você mesmo. Eu prometi não falar mais disso com você, e eu vou cumprir com as minhas palavras, mais se dói? Ah, se dói! Podia existir um doril pra esse tipo de "dor". Mais eu estou acostumando, e esta aí o meu erro, me acostumar com coisas ruins, esta aí o erro do ser humano. Acontece que pra sair desse erro, só me arrancando daqui, só saindo correndo daquele lugar e nunca mais voltar, coisa que eu sinto vontade de fazer; mais sou paciênte, logo não vou precisar voltar lá. Lá o palco de todo o drama - todas as cenas que vem junto com um trator pra passar por cima de mim. Isso me deixa exausta.
 Estou me desfazendo, e o que eu temo é não conseguir mais ficar. Mais eu sempre consigo.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O contrário do amor.

O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.


O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.

Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

Aí tem.

As coisas são como são. Se alguém diz que está calmo, é porque está calmo. Se alguém diz que te ama, é porque te ama. Se alguém diz que não vai poder sair à noite porque precisa estudar, está explicado. Mas a gente não escuta só as palavras: a gente ouve também os sinais.




Ele telefonou na hora que disse que ia ligar, mas estava frio como um iglu. Você falava, falava, e ele quieto, monossilábico. Até que você o coloca contra a parede: "O que é que está havendo?". "Nada, tô na minha, só isso." Só isso???? Aí tem.



Ele telefonou na hora que disse que ia ligar, mas estava exaltado demais. Não parava de tagarelar. Um entusiasmo fora do comum. Você pergunta à queima-roupa: "Que alegria é essa?" "Ué, tô feliz, só isso". Só isso????? Aí tem.



Os tais sinais. Ansiedade fora de hora, mudez estranha, olhar perdido, mudança no jeito de se vestir, olheiras e bocejos de quem dormiu pouco à noite: aí tem. Somos doutoras em traduzir gestos, silêncios e atitudes incomuns. Se ele está calado demais, é porque está pensando na melhor maneira de nos dar uma má notícia. Se está esfuziante demais, é porque andou rolando novidades que você não está sabendo. Se ele está carinhoso demais, é porque não quer que você perceba que está com a cabeça em outra. Se manda flores, é porque está querendo que a gente facilite alguma coisa pra ele. Se vai viajar com os amigos, é porque não nos ama mais. Se parou de fumar, é uma promessa que ele não contou pra você. Enfim, o cara não pode respirar diferente que aí tem.



Às vezes não tem. O cara pode estar calado porque leu um troço que mexeu com ele, ou está falando muito porque o time dele venceu. Pode estar mais carinhoso porque conversou sobre isso na terapia e pode estar mais produzido porque teve um aumento de salário. Por que tudo o que eles fazem tem que ser um recado pra gente?



É uma generalização, mas as mulheres costumam ser mais inseguras que os homens no quesito relacionamento. Qualquer mudança de rota nos deixa em estado de alerta, qualquer outra mulher que cruze o caminho dele pode ser uma concorrente, qualquer rispidez não justificada pode ser um cartão amarelo. O que ele diz importa menos do que sua conduta. Pobres homens. Se não estão babando por nós, se tiram o dia para meditar ou para assistir um jogo de vôlei na tevê sem avisar com duas semanas de antecedência, danou-se: aí tem!

sábado, 14 de agosto de 2010

Aprendendo;

Não adianta me oferecer o discurso de faculdade-emprego-família como verdade absoluta. A gente não aprende a viver sentado numa carteira de colégio. Não é a fórmula de Pitágoras ou a definição de pronome oblíquo que vai fazer com que eu seja mais ou menos inteligente. Saber organizar informações burocráticas em série e ser programado roboticamente não faz de ninguém um ser humano repleto. Isso tudo só rende uma possível colocação relevante numa prova de vestibular, um êxtase momentâneo. A vida se aprende nas perdas. É perdendo a liberdade que a gente descobre que não se encaixa, é perdendo alguém que a gente descobre que não vale a pena lutar por futilidades, é perdendo o apoio que a gente descobre que o resto do mundo não para só porque nosso mundo parou. A gente vai aprendendo a viver assim, na marra, no grito, no sufoco, no impulso. Eu quis mudar o mundo, quis ser brilhante, quis ser reconhecida. Hoje eu quero bem pouco e prefiro me concentrar no agora do que planejar um futuro incerto. Eu me libertei da culpa e dei de cara com algo novo: não me encaixo, e aceito. Não é justo perder as asas no momento em que se descobre tê-las. É preciso poder voar, é preciso ter uma visão estratégica das janelas. Ver o sol e não poder tê-lo é absurdo.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

só.

Eu estou com saudade... saudade do que esta perto - todo - santo - dia. Já sentiu isso? É estranho. E estou só também, por que entre tantas pessoas lúcidas, hipócritas, e falsas eu devia mesmo estar só - e doi. Porém eu aprendi que estar sozinha não quer dizer estar solitária. Isso não faz tanta diferença, mais ajuda.

Estou quase acostumando. - Eu - mim - comigo - sozinha.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Acorda;

Me dói a possibilidade de um não sei, me dói a possibilidade de um silêncio, me dói não saber de que forma chegar a ele, sacudi-lo, dizer 'me olha, me encara, vamos ou não vamos nessa?'

tigre e lótus.

preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho carente, tigre e lótus.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A moça.


[...] E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça - que não era Capitu, mas também tem olhos de ressaca - levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário...por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência.

E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo."

domingo, 8 de agosto de 2010

E essa vida viu..

[...] E recomeçar é doloroso. Faz-se necessário investigar novas verdades, adequar novos valores e conceitos. Não cabe reconstruir duas vezes a mesma vida numa só existência. É por isso que me esquivo e deslizo por entre as chamas do pequeno fogo, porque elas queimam - e queimar também destrói.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

mastiga, mastiga!

Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está ai, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada "impulso vital". Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te supreenderás pensando algo como "estou contente outra vez". Ou simplesmente "continuo", porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como "sempre" ou "nunca". Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicidio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituimos expressões fatais como "não resistirei" por outras mais mansas, como "sei que vai passar". Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência.

Claro que no começo não terás sono ou dormirás demais. Fumarás muito, também, e talvez até mesmo te permitas tomar alguns desses comprimidos para disfarçar a dor. Claro que no começo, pouco depois de acordar, olhando à tua volta a paisagem de todo dia, sentirás atravessada não sabes se na garganta ou no peito ou na mente - e não importa - essa coisa que chamarás com cuidado, de "uma ausência". E haverá momentos em que esse osso duro se transformará numa espécie de coroa de arame farpado sobre tua cabeça, em garras, ratoeira e tenazes no teu coração. Atravessarás o dia fazendo coisas como tirar a poeira de livros antigos e velhos discos, como se não houvesse nada mais importante a fazer. E caminharás devagar pela casa, molhando as plantas e abrindo janelas para que sopre esse vento que deve levar embora memórias e cansaços.
Contarás nos dedos os dias que faltam para que termine o ano, não são muitos, pensarás com alívio. E morbidamente talvez enumeres todas as vezes que a loucura, a morte, a fome, a doença, a violência e o desespero roçaram teus ombros e os de teus amigos. Serão tantas que desistirás de contar. Então fingirás - aplicadamente, fingirás acreditar que no próximo ano tudo será diferente, que as coisas sempre se renovam. Embora saibas que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, pensarás com inveja na largatixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os teus olhos já não acham graça.
Tão longe ficou o tempo, esse, e pensarás, no tempo, naquele, e sentirás uma vontade absurda de tomar atitudes como voltar para a casa de teus avós ou teus pais ou tomar um trem para um lugar desconhecido ou telefonar para um número qualquer (e contar, contar, contar) ou escrever uma carta tão desesperada que alguém se compadeça de ti e corra a te socorrer com chás e bolos, ajeitando as cobertas à tua volta e limpando o suor frio de tua testa.
Já não é tempo de desesperos. Refreias quase seguro as vontades impossíveis. Depois repetes, muitas vezes, como quem masca, ruminas uma frase escrita faz algum tempo. Qualquer coisa assim:
- ... mastiga a ameixa frouxa. Mastiga , mastiga, mastiga: inventa o gosto insípido na boca seca ...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sagitário:

O Otimista Agradável Irrefletido. Não quer crescer (Síndrome do Peter Pan). Favorece ego. Orgulhoso. Gosta de luxos e jogar. Social e gosta de sair. Não gosta de responsabilidades. Frequentemente fantasia. Impaciente. Divertido estar ao seu redor. Tem muitos amigos. Coquete e gosta de flertar. Não gosta de regras. Às vezes hipócrita. Antipatiza com espaços limitados - apertados ou até mesmo roupas apertadas. Não gosta que duvidem dele. Bonito por dentro e por fora.
Lado negativo

A sagitariana esbanja saúde e bom-humor mas quando se sente ignorada deixa a energia cair a ponto de adoecer verdadeiramente. Pode, literalmente, morrer de tristeza. Pode se isolar e deixar de falar com quem gosta por achar que está abandonada, se encolhe e o mundo desaba. A verdade pertence a ela e, se você tem uma opinião diferente, vai precisar fundamentá-la muito bem. Nunca a deixe falando sozinha. [...]

O que a magoa?

Instabilidade. Deslealdade. Superficialidade. Negatividade. Falta de palavra. Falta de comprometimento. Mentiras. Jogo. Ambigüidade. Pela rara inteligência e intuição, percebe na hora quando estão mentindo para ela e isso é o mesmo que arrancar-lhe um pedaço do coração.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

É assim que é.

É melhor você se cuidar parceiro, aqui ninguém dá mole pra ninguém não. É como se fosse uma guerra: matar ou morrer. Os soldados mais próximos vão ver você sangrar, e gritar de dor e não vão poder fazer nada por você, e as vezes, eles não vão querer fazer nada por você. Eles vão te iguinorar, e vão querer sempre ser mais fortes do que você, mais espertos do que você, e muitas vezes vão conseguir, ou não, é relativo. Eles vão te deixar só, e vão embora, e você vai sentir mais dor do que se uma bala tivesse cravada na sua coluna na diagonal, mais eles vão.. sem pensar em você, nem em nada. Eles vão estar ocupados demais pra pensar em você. Ocupados com novos soldados que aparentemente serão mais fortes que você, e poderão cuidar melhor deles do que você. E eles vão preferir ir, e te deixar sangrando. E não vai importar que o sangue que sai de você é o mesmo que o deles, ou não. Eles simplesmente vão, e vão te deixar. E aí parceiro, você vai estar só denovo, e vai ter que aceitar a realidade tal como ela é. Você vai se levantar, vai colocar sal encima das suas feridas da guerra pra parar de sangrar, vai arder, muito.. mais vai sarar. Você vai ficar cheio de cicatrizes, e elas vão doer no minímo uma vez por ano. Mais você vai ter se levantado, e vai estar mais forte do que nunca, e você vai conhecer novos soldados, e você vai pensar que eles farão a mesma coisa com você, mais não vão, porqe você vai ter um escudo e defesa própria, seu escudo vai ser a sabedoria, e sua defesa própria vai ser suas idéias. E você nunca mais vai sair da guerra tão ferido quanto daquela vez. E talvez, os novos soldados até ficarão pra sempre. E você vai entender o significado do ditado: A males que vem para o bem.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Verdadeiros amigos..

Seus verdadeiros amigos são aqueles que não vão sumir porque você está namorando e não vai mais para os rolês com eles. Seus verdadeiros amigos não vão te criticar porque você não ouve as musicas do momento (credo). Seus verdadeiros amigos não vão questionar seu gosto musical desatualizado porque você está por fora do que está rolando na night. Seus verdadeiros amigos não vão se preocupar mais com o modelo do seu celular, ou as roupas que você usa do que com seu caráter. Seus verdadeiros amigos não vão mudar de melhores amigos a cada estação do ano.


Seus verdadeiros amigos não gostam mais ou menos de você porque você bebe ou não. Seus verdadeiros amigos nunca vão te oferecer drogas - lícitas ou não. Seus verdadeiros amigos nunca te metem em fria, e se você entrar em uma, entra junto com você, e concerteza, vai dar um jeito de sair junto com você. Seus verdadeiros amigos vão querer sair com você de carro importado ou de bicicleta. Seus verdadeiros amigos não cancelam um compromisso na última hora com você só porque apareceu um programa mais interessante na mesma hora. Seus verdadeiros amigos não te chamam pra fazer algo apenas porque ninguém mais quis ir. Seus verdadeiros amigos não esperam você pedir um favor duas vezes. Seus verdadeiros amigos fazem você não se sentir culpada por precisar pedir um favor. Seus verdadeiros amigos vão se sentir felizes por ajudar. Seus verdadeiros amigos vão te dar conselhos, e sempre sempre te ouvem. Seus verdadeiros amigos não ficam perguntando se você está feliz ou triste pra te apresentarem soluções mágicas, eles te conhece.

Amigos de verdade não são perfeitos. Mas são completos. Amigos de verdade não são amigos pela metade, não te deixam pela metade. Não existem meios amigos. Amigos de verdade são aqueles que te dizem sim, te dizem não, e até talvez, mas que nunca te deixam sem resposta, até se ficarem em silêncio. Nunca vão te deixar na mão. Amigos de verdade são aqueles com quem você pode contar em dia de chuva pra correr com você, e te segurar se você cair ou em dia de sol na piscina de uma chacará sem preocupações. Que não trocam sua amizade por um amigo mais rico, mais bem-sucedido ou que tenha uma piscina maior. Seus verdadeiros amigos não têm todas as respostas. Não são donos da verdade nem mestres da sabedoria. Seus verdadeiros amigos não vão criticar seus gostos, seus hábitos ou seus valores. Não vão achar um defeito em tudo que você compra, gosta ou faz. Seus verdadeiros amigos não vão falar que você é brega porque você comprou alguma coisa no shopping popular. Seus verdadeiros amigos não vão secretamente frequentar o mesmo shopping popular que você terça-feira à tarde. Amigos de verdade dividem força, garra, atitude, esperança. A blusa, a calça, a comida, e a vida.

Amigos de verdade podem te decepcionar. Podem errar. Podem nem sempre falar a coisa certa. Eles podem nem sempre ter o melhor conselho, a melhor palavra, a melhor saída. Mas eles sempre têm o melhor ombro, o melhor sorriso e, principalmente, a melhor intenção. Amigos de verdade estão presentes na noite com champanhe ou pizza e nas noites sem dinheiro. Amigos de verdade não são parte da sua família, não assinaram nenhum contrato com você, mas escolheram você com todos os seus defeitos pra dividir as alegrias e as tristezas, eles te escolheu. Seus verdadeiros amigos conhecem seu ponto fraco, mas jamais usariam isso contra você. Seus verdadeiros amigos conhecem de perto seus defeitos mais ardidos, mas não ficam apontando o dedo na sua cara. Seus verdadeiros amigos vão te amar ainda que você não mereça, e quando você merecer, o amor deles vai ser pouco, mais vai ser o suficiente pra você se sentir bem de verdade. Seus verdadeiros amigos te aceitam pelo o que você é.

É raro, mais eu encontrei alguém assim. (L)